Potencial ofensivo e esperança de título
A seleção inglesa se apresenta como uma das principais candidatas ao título da Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá entre 11 de junho e 19 de julho nos Estados Unidos, México e Canadá. O elenco dirigido pelo técnico Thomas Tuchel promete movimentar o Grupo L, integrado ainda por Croácia, Gana e Panamá.
No comando do ataque está Harry Kane, centroavante de 32 anos que recentemente conquistou seu primeiro título de relevância na carreira pelo Bayern de Munique. Apesar da recente vitória na Europa, o jogador segue em busca de um título pela seleção britânica, motivação que o acompanhará na competição americana.
O camisa 9 não disputa o torneio isolado. Ao seu lado atuam nomes promissores como Jude Bellingham, meio-campista do Real Madrid com futuro promissor, e Bukayo Saka, extremo do Arsenal que figura entre os principais talentos da geração contemporânea. Esta combinação de experiência consolidada com juventude em ascensão coloca a Inglaterra em posição de destaque.
A torcida inglesa alimenta esperança real de encerrar uma seca que dura seis décadas. O único campeonato mundial conquistado pelo país ocorreu em 1966, um intervalo significativo que aumenta a pressão sobre o elenco atual.
Croácia emerge como principal rival da chave
A Croácia representa o principal obstáculo para a Inglaterra avançar pelo grupo. Os croatas chegam ao torneio respaldados por dois mundiais consecutivos de destaque: vice-campeonato em 2018 e terceiro lugar em 2022. Sob a orientação do técnico Zlatko Dalic, a equipe enfrenta, porém, um ciclo de envelhecimento em seu elenco.
Luka Modric segue como maior referência técnica croata aos 40 anos, agora atuando pelo Milan após longa trajetória no Real Madrid. O meio-campista continua sendo peça fundamental nos planos de Dalic. Complementam o ataque croata Joško Gvardiol, zagueiro do Manchester City, Ivan Perišić, atualmente no PSV, e Mateo Kovacic, também integrante do Manchester City.
Gana e Panamá completam a disputa
Gana participa pela quinta vez de uma Copa do Mundo, tendo comparecido aos torneios de 2006, 2010, 2014 e 2022. A equipe chega sob comando do português Carlos Queiroz em momento de instabilidade institucional. Seu arsenal ofensivo inclui Mohammed Kudus do Tottenham, Iñaki Williams do Athletic Bilbao, Kamaldeen Sulemana da Atalanta e Antoine Semenyo do Manchester City.
O Panamá completa o quadro como participante recorrente, sendo sua segunda participação em Mundiais. O país esteve presente em 2018, quando não superou a fase de grupos. O técnico dinamarquês Thomas Christiansen comanda a equipe, que encontra em Adalberto Carrasquilla, meio-campista dos Pumas do México, sua principal referência técnica.
O desempenho do Grupo L poderá indicar trajetórias significativas na competição, particularmente considerando a amplitude de experiências internacionais entre os participantes e a busca inglesa por encerrar seu hiato de seis décadas sem títulos mundiais.
Com informações da Agência Brasil. Veja a publicação original.
