Defensor tranquiliza sobre estado físico
O zagueiro Gabriel Magalhães assegurou estar preparado para atuar nesta sexta-feira (19), às 21h30, contra o Haiti, segunda partida do Grupo C do Brasil na Copa do Mundo. Poupado parcialmente ao longo da semana no Centro de Treinamento Columbia Park, em Nova Jersey, o atleta do Arsenal ressaltou suas condições para entrar em campo.
Na temporada que antecedeu a competição, o defensor participou de 53 compromissos, sendo titular em 48 deles, totalizando 4.360 minutos de jogo — média de 82 minutos por partida. “Estou muito bem fisicamente. Tive uma temporada longa, com muitos jogos, mas me sinto bem e preparado”, afirmou durante entrevista coletiva realizada no estádio da Filadélfia.
Foco na defesa e na recuperação de resultados
Gabriel Magalhães reforçou a importância de o Brasil não sofrer gols no confronto. A seleção não consegue manter uma partida sem ser vazada desde 15 de novembro do ano anterior, quando venceu Senegal por 2 a 0 no Emirates Stadium, em Londres. O zagueiro foi titular naquele jogo ao lado de Marquinhos. Desde então, o time disputou seis partidas e levou oito gols.
“A gente entra em campo e não quer sofrer gols. Se não sofremos gols, estamos mais próximos da vitória. É trabalhar coletivamente. Com certeza, vamos entrar no jogo com o pensamento positivo de que vamos nos defender bem e sair sem tomar gols”, ressaltou o jogador.
Para contexto, Marquinhos, companheiro na zaga e capitão do Paris Saint-Germain, atuou em 39 oportunidades na mesma temporada, com 3.238 minutos — média de 83 minutos por duelo.
Expectativa de ajustes no time
O técnico Carlo Ancelotti sinalizou modificações na escalação em relação ao empate por 1 a 1 com Marrocos no sábado anterior (13). Nas observações da semana, o treinador avaliou Danilo como lateral direita, posição ocupada por Ibañez na estreia. Consultado sobre as particularidades entre os dois atletas, Gabriel Magalhães manteve cautela na resposta: “O Ibañez é um zagueiro que pode atuar como lateral e o Danilo um lateral que pode atuar como zagueiro. Os dois podem ajudar no que o mister pedir. É o mister quem vai decidir”.
O defensor reconheceu que a atuação contra Marrocos ficou aquém do esperado. “A gente sabe que não começou bem, temos total consciência disso. Somos o Brasil, uma equipe que quer a bola o tempo todo. É um jogo que passou, ficou de aprendizado. Com certeza, vamos mostrar a nossa força”, concluiu.
O confronto contra o Haiti ocorre em fase delicada da campanha brasileira, após o resultado frustrante com Marrocos. A partida marca a segunda rodada da fase de grupos, com o Brasil buscando recuperação ofensiva e defensiva para manter vivas suas ambições no torneio.
Com informações da Agência Brasil. Veja a publicação original.
